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OpenFire com SPARK.

OpenFire é um servidor de mensagem instantânea que oferece diversos recursos, pode facilmente ser integrado com o Active Directory e possui Plugins para conectar com o MSN, GTalk, ICQ, Yahoo e entre outros, para tal ele conta com o Spark que se autentica no OpenFire e disponibiliza os recursos aos usuários podendo assim gerenciar seus contatos com os usuários de rede e com o seu Instant Messenger de preferência.


Spark é um mensageiro instantâneo que utiliza o protocolo Jabber e funciona conectando-se a um servidor Openfire, que por sua vez oferece serviços de troca de mensagens de texto, conversas por voz, troca de arquivos e outros.





Link de site explicando sua instalação:
 http://www.profissionaisti.com.br/2009/11/servidor-de-mensagem-instantanea-openfire-com-spark/
Pessoal conheci outro ERP(AVAPremium - AVACON/AVACORP) muito bom por sinal, voltado para o ramo de transportes que utiliza para gerenciar o BD o tal de POSTGRESQL.
Estarei publicando vários posts referente a este BD e suas ferramentas!


                                             



Neste primeiro post vamos conhecê-lo:

PostgreSQL é um sistema gerenciador de banco de dados objeto relacional (SGBDOR), desenvolvido como projeto software livre.

Características:

Hoje, o PostgreSQL é um dos SGBD (Sistema Gerenciador de Bancos de Dados) de código aberto mais avançados, contando com recursos como:
- consultas complexas
- chaves estrangeiras
- integridade transacional
- controle de concorrência multi-versão
- suporte ao modelo híbrido objeto-relacional
- trigger
- views
- stored procedures em várias linguagens


Histórico:

O PostgreSQL é um dos resultados de uma ampla evolução que se iniciou com o projeto Ingres, desenvolvido na Universidade de Berkeley, Califórnia. O lider do projeto, Michael Stonebraker, um dos pioneiros dos bancos de dados relacionais, deixou a universidade em 1982 para comercializar o Ingres, porém retornou a ela logo em seguida.

Após seu retorno a Berkeley, em 1985, Stonebraker começou um projeto pós-Ingres com o objetivo de resolver problemas com o modelo de banco de dados relacional. O principal problema era a incapacidade do modelo relacional compreender “tipos” (atualmente, chamados de objetos), ou seja, combinações de dados simples que formam uma única unidade.

O projeto resultante, chamado Postgres, era orientado a introduzir a menor quantidade possível de funcionalidades para completar o suporte a tipos. Estas funcionalidades incluiam a habilidade de definir tipos, mas também a habilidade de descrever relações - as quais até este momento eram amplamente utilizadas mas completamente mantidas pelo usuário. No Postgres, o banco de dados "compreendia" as relações e podia obter informações de tabelas relacionadas utilizando regras.

Iniciando em 1986, a equipe divulgou uma série de documentos descrevendo a base do sistema e em 1988 o projeto possuía um protótipo funcional. A versão 1 foi liberada para um grupo pequeno de usuários em junho de 1989, seguida pela versão 2 com um sistema de regras reescrito em junho de 1990. Para a versão 3, liberada em 1991, o sistema de regras foi reescrito novamente, mas também foram adicionados suporte para múltiplos gerenciadores de armazenamento e um melhorado motor de consultas. Já em 1993, Postgres havia crescido imensamente em popularidade e possuía uma grande demanda por suporte e por novas funcionalidades. Após a liberação da versão 4, a qual era uma simples versão de limpeza, o projeto foi oficialmente abandonado pela Universidade de Berkeley.

Entretanto, devido ao fato do seu código fonte estar sob uma licença BSD, o seu desenvolvimento foi continuado. Em 1994, dois estudantes de Berkeley, Andrew Yu e Jolly Chen, adicionaram um interpretador SQL para substituir a linguagem QUEL (desenvolvida para o Ingres) e o projeto foi renomeado para Postgres95. Com a divulgação de seu código pela Internet, Postgres95 iniciou uma nova vida como software open source.

Em agosto de 1996, Marc Fournier, Bruce Momjian e Vadim B. Mikheev lançaram a primeira versão externa da Universidade de Berkeley e deram início à tarefa de estabilizar o código herdado. Também em 1996, o projeto foi renomeado para PostgreSQL a fim de refletir a nova linguagem de consulta ao banco de dados: SQL. A primeira versão de PostgreSQL, a 6.0, foi liberada em janeiro de 1997. Desde então, um grupo de desenvolvedores e de voluntários de todo o mundo, coordenados pela Internet, têm mantido o software e desenvolvido novas funcionalidades.

As principais características acrescentadas nas versões 6.x são o MVCC (Multiversion Concurrency Control – Controle de Concorrência Multiversões), melhorias no SQL e novos tipos de dados nativos (novos tipos de datas e hora e tipos geométricos).

Em maio de 2000 foi liberada a versão 7.0. As versões 7.x trouxeram as seguintes novas funcionalidades: Write-Ahead Log (WAL), esquemas SQL, outer joins, suporte a IPv6, indexação por texto, suporte melhorado a SSL e informações estatísticas do banco de dados.

A versão 8.0 foi lançada em janeiro de 2005 e entre outras novidades, foi a primeira a ter suporte nativo para Microsoft Windows (tradicionalmente, o PostgreSQL só rodava de forma nativa em sistemas Unix e, em sistemas Windows - através da biblioteca Cygwin). Dentre as muitas novidades da versão 8.x, pode-se destacar o suporte a tablespaces, save points, point-in-time recovery, roles e Two-Phase Commit (2PC). Em maio de 2013 foi lançada a versão mais recente: 9.3.

Link externo para o PostgreSQL: http://www.postgresql.org/



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Saiba mais em: http://go-global.com.br/

É muito comum na área de TI pessoas que trabalham por conta própria, os chamados freelancers. Além deles, também é comum que profissionais empregados aceitem propostas para realizar serviços fora de seu horário de trabalho.
Ambos se deparam com o mesmo problema: quanto cobrar?
Esse assunto é batido, muita gente já deu palpite, pode ser que até mesmo você já tenha lido algo. Portanto pretendo colocar aqui a minha opinião, não é a verdade absoluta. Você pode achar que é o melhor método, ou não. E, se fizer diferente, mande nos comentários como você faz!
Então vamos lá:
É extremamente importante levar em consideração quanto é o seu valor por hora. Se você não sabe, é uma conta fácil. Defina quanto você gostaria de faturar no mês (seja realista!). Com base nisso, divida por 160 horas, que são as horas úteis de um mês. Some a isso encargos, impostos, custos indiretos, e você terá seu valor hora. Mais ou menos assim:
- Valor desejado: R$ 1000,00
- Valor hora: R$ 1000,00 / 160 = R$ 6,25
- Acréscimos: 15% (impostos e outros custos)
- Valor final: R$ 6,25 + 15% =R$ 7,19
Supondo então que o serviço que você vai fazer irá demandar 100 horas trabalhadas. Então você deve cobrar R$ 719,00. Obviamente que você vai arredondar, então uns R$ 750,00 seria o ideal.

Essa é a melhor forma? Pode ser que pra você não!
Dependendo da sua experiência, do seu conhecimento e do quão raro no mercado é um profissional que exerce a mesma atividade que você, seu valor hora pode mudar.
A lógica pode ser a mesma: sou especializado, gostaria de ganhar R$ 5000,00 por mês, logo minha hora bruta vale R$ 31,25 + encargos. Porém o mais comum é fazer uma base e estipular um valor hora previamente, com base no que é padrão no mercado.
Lembre-se: você sempre deve lembrar que em muitos serviços você terá custos. Então você deverá cobrar pelo serviço de forma adequada para não ter prejuízo.
Por exemplo, se no nosso exemplo do projeto de R$ 750,00 você tivesse que fazer duas reuniões com o cliente, em outra cidade. Cada deslocamento custa pra você R$ 50,00 de combustível e mais R$ 20,00 para almoçar, ou seja, você gastara R$ 170,00, além do desgaste do seu carro. Dessa forma, nada mais justo do que somar esse custo ao do projeto, então esse projeto poderia facilmente chegar ao valor de R$ 1000,00.

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